Curitiba já está no período de maior risco para doenças respiratórias, fase do ano em que cresce a circulação de vírus como gripe, covid-19 e bronquiolite. Com isso, a procura por atendimento nas unidades de saúde também vem aumentando.
Dados da Secretaria Municipal da Saúde apontam que os atendimentos passaram de pouco mais de 10 mil casos em uma semana para mais de 11 mil nas semanas seguintes, acendendo o alerta para o avanço das síndromes respiratórias na capital.
Diante do cenário, a orientação é retomar cuidados básicos para evitar a transmissão. Entre as recomendações estão o uso de máscara em caso de sintomas, a higienização frequente das mãos, a ventilação de ambientes e a prática da etiqueta respiratória.
Evitar aglomerações também é indicado, especialmente para pessoas mais vulneráveis.
Para enfrentar o aumento na demanda, a rede municipal já opera com um plano de contingência. Equipes foram reforçadas nas unidades básicas de saúde, nas UPAs e na Central Saúde Já Curitiba, que atende por telefone.
Casos leves devem ser encaminhados inicialmente pelas unidades de referência ou pela central de atendimento. Já situações mais graves, como falta de ar ou dor no peito, exigem procura imediata por atendimento de urgência.
A vacinação contra a gripe segue disponível nas unidades de saúde da cidade para os grupos prioritários, como idosos, gestantes, crianças pequenas, profissionais da saúde e pessoas com comorbidades.
A Secretaria de Saúde alerta que a adesão entre crianças ainda está abaixo do esperado e reforça a importância da imunização como principal forma de prevenção contra complicações durante o período mais crítico do ano.
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